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Vinhos Pêra-Manca: mais uma preciosidade da adega Cartuxa

Atualizado: Fev 16

A história dessa vinícola começa em 1776, lá em Portugal. Com a expulsão da Companhia de Jesus do país pelo Marquês de Pombal, o edifício que abrigava a Casa de Repouso dos Jesuítas, na Quinta de Valbom, ganhou, pela primeira vez, equipamentos e um lagar para vinho, que rapidamente se tornou conhecido e bastante importante para a região.

Foto: Divulgação

Por ficar próximo do Mosteiro da Cartuxa, construído em meados do século XVI, a Adega Cartuxa fez história desde então. Em 1869, José Maria Eugénio de Almeida adquiriu a a Quinta, depois de um longo processo de políticas de vendas de bens entre a Igreja e a Coroa, e depois de sua morte foi seu filho, Carlos Maria Eugénio de Almeida, quem deu continuidade à expansão do que, à época, era conhecida como Casa Agrícola Eugénio de Almeida.


Foi Carlos Eugénio de Almeida quem teve a iniciativa de plantar vinhedos que deram início à história da Adega Cartuxa. Com o crescimento e o sucesso progressivos, em 1993 e 1995, a adega foi reestruturada e reequipada, ampliando os setores e aumentando, de forma considerável, o potencial de vinificação e armazenamento.

Foto: Divulgação

Hoje, a Adega Cartuxa é referência na Europa e no mundo, e muito disso se deve à tecnologia com que a vinícola tem crescido ao longo do tempo. Atualmente, a linha de engarrafamento é totalmente automatizada e a entrega anual da adega é de cerca de quatro milhões de garrafas de vinho tinto, branco, rosé e das marcas já consagradas Vinea Cartuxa, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e, claro, o lendário Pêra-Manca. E é sobre dois desses rótulos que vamos falar hoje!